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Show Baile Benificente marcará a comemoração dos 12 anos da instituição PDF Imprimir E-mail

O CEDEDICA-VALE realizará no dia 05 de Outubro um Show Baile Benificente no Parque de Exposições de Pedra Azul. A festa, que será realizada em comemoração aos 12 anos da Instituição, contará com a animação da Banda Premium (Ipatinga). As reservas de mesas estão sendo feitas pelos telefones descritos abaixo. Todo o dinheiro arrecado será investido nos projetos do CEDEDICA-VALE, que atendem crianças, adolescentes e jovens em risco e vulnerabilidade social.
"RESPONSABILIDADE SOCIAL, NÓS ACREDITAMOS!"

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PROJETO APOIADO PELO CEDEDICA-VALE REALIZA INICIATIVAS DE FOMENTO A PRÁTICA DA CAPOEIRA PDF Imprimir E-mail

 

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A Associação de Capoeira Arte Palmares, entidade apoiada pelo CEDEDICA-VALE, realizou nos dias 06 e 07 de Julho, a I Caminhada da Capoeira e o Batizado e Troca de Cordas de Pedra Azul. Ambos os eventos tiveram por objetivo divulgar e fomentar a prática da Capoeira na cidade, bem como fazer a entrega e troca de cordas do alunos do Projeto "Resgate Comunidade". Ao fim da caminhada no dia 06, foi realizado um pedágio em prol do CEDEDICA-VALE. Já no dia 07, o evento contou com a participação de Grupos de Capoeira de Medina, Itaobim, Rubim e Almenara.

A ASSOCIAÇÃO: CAPOEIRA, RESGATE E VIDA

A Arte Palmares foi fundada no ano de 2008 com a finalidade de fomentar a prática da capoeira e suas diversas manifestações no município e na região. No ano de 2009, estabeleceu uma parceira com a FUNARTE, através do edital MICROPROJETOS CULTURAIS, para a realização do Projeto Resgate Comunidade, que atendeu cerca de 60 crianças e adolescentes. Em 2012 firmou a parceria com o CEDEDICA-VALE para a continuidade das atividades do projeto que hoje  atende cerca de 80 meninos e meninas em risco e vulnerabilidade social, moradores do bairros periféricos de Pedra Azul. A associação é ainda a responsável pela as atividades de capoeira do "Projeto Aprender Arte".

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TOMA POSSE A NOVA DIRETORIA DO CEDEDICA-VALE PDF Imprimir E-mail

Diretoria

Foi eleita no dia 1º de Julho, a nova diretoria do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Vale do Jequitinhonha.  A assembleia, que aconteceu na sede da instituição, foi presidida por William Nascimento e contou com a participação de voluntários, associados e pais dos alunos. A única chapa inscrita para o pleito foi aprovada pela plenária por aclamação e empossada em seguida. Os novos diretores administrarão a entidade no Biênio 2013-2015.

O quadro de diretores ficou composto da seguinte forma:

Presidente: Eliene Rodrigues da Silva

Vice-Presidente: Sebastiana de Oliveira

Secretária: Alline Mota de Oliveira

Vice-Secretária: Viviane Bispo Silva

Tesoureiro: Luiz Carlos Berloffa

Vice-Tesoureiro: Joelma Rocha

Conselho Fiscal:

Daniel Santos Nascimento

Lucilene Gomes Batista

Fabiana Messias Alves dos Santos

Claudia Rodrigues da Silva

Gilsena Pereira dos Santos Araújo

Joviane Souza da Silva

“A diretoria que encerra o mandato hoje, fez um trabalho brilhante. Que os novos diretores possam atuar com o mesmo empenho e dedicação”, ressalta Eliene Rodrigues, presidente reeleita.

 
CEDEDICA-VALE realiza aula interdisciplinar sobre Trabalho Infantil PDF Imprimir E-mail

Trabalho infantil é toda forma de trabalho exercido por crianças e adolescentes, abaixo da idade mínima legal permitida para o trabalho, conforme a legislação de cada país. No Brasil além de ser um fenômeno social, o problema apresenta raízes históricas e culturais.

Visando a sensibilização das crianças e adolescentes atendidos, a equipe do CEDEDICA-VALE realizou uma aula interdisciplinar sobre o tema. Foram realizados trabalhos lúdicos  com exibição do vídeo “Vida Maria” , realização de trabalho em grupo e confecção de cartazes, onde os meninos e meninas tem oportunidades de apresentarem suas perspectivas sobre o assunto.

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ARTICULAÇÃO DE REDES: CEDEDICA-VALE participa de Debate Comunitário em Cachoeira do Pajeú PDF Imprimir E-mail

Aconteceu no dia 25 de Abril, o I Encontro Comunitário da comunidade de Cateriongongo, distrito de Cachoeira do Pajeú, com a participação de membros do CEDEDICA-VALE e do Fórum das Juventudes de Pedra Azul. Organizado pelo o Conselho Tutelar cachoeirense e a Escola Municipal Venceslau Braz, o evento teve como foco mobilizar autoridades civis, lideranças locais, estudantes, professores, entidades e órgãos públicos em torno da discussão e a busca coletiva de problemáticas que afligem à comunidade local, como Drogas, Violência, Exploração e Abuso Sexual infanto-juvenil, etc...

A equipe do CEDEDICA-VALE, composta por William Nascimento (coordenador executivo), Gabriel Bispo (Coordenador de Atividades Culturais) mediou o tema “Drogas, Elas Já estão aqui!”, abordando a importância do trabalho de prevenção de forma  intersetorial, Por sua vez, Lucas Lopes, representante do Fórum das Juventudes apresentou experiência exitosas do município de Pedra Azul, onde as crianças, adolescentes e jovens são os próprios agentes de sensibilização.

A comunidade participou ativamente dos debates, apresentando suas perspectivas e demandas locais.

 

Cachoeira

 
Casa de Juscelino e Prefeitura Municipal de Pedra Azul lançam programa de combate às drogas em parceria com CEDEDICA-VALE PDF Imprimir E-mail

Em parceria com o CEDEDICA-VALE, A Casa de Juscelino (Diamantina), representada pelo seu presidente Serafim Jardim, e a Prefeitura Municipal de Pedra Azul realizaram no dia 22 de Abril, o II Encontro Regional do Programa de Combate às Drogas nas regiões do Baixo e Médio Jequitinhonha. O Programa "Vale do Jequitinhonha Sem Drogas", em parceria com o SESI/MG foi lançado em 1º de Setembro de 2012 e já no primeiro ano atingiu, direta e indiretamente, mais de 90 mil pessoas.

O evento , que aconteceu no Salão de Convenções da Prefeitura municipal,  teve como objetivo  reunir autoridades civis, militares, públicas, eclesiásticas dos municipios de Pedra Azul, Cachoeira, Itaobim e Medina,  bem como toda a Sociedade para conhecerem e entenderem o programa, além de trocarem experiências sobre a prevenção e combate ao uso de substâncias tóxicas. Estiveram presentes ainda representantes de agremiações estudantis, professores e diretores escolares que reforçaram a necessidade do fortalecimento deste trabalho de prevenção nas instituições de ensino.

Na oportunidade, foram distruibuidas as cartilhas "Drogas, Elas já estão aqui!", que traz informações sobre o tema.

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Cidadania: Aprendendo com Arte PDF Imprimir E-mail

Iniciaram hoje, 20/03, as oficinas socioeducativas do Projeto Aprender com Arte. As atividades de Capoeira, Teatro/Circo, Violão e Futsal atendem 75 crianças e adolescentes com idade entre 07 e 17 anos, moradores de bairros periféricos do município de Pedra Azul.

A iniciativa, desenvolvida pelo CEDEDICA-VALE, existe desde o ano de 2010 e já foi apoiada pelo Criança Esperança da Rede Globo, a KNH-Brasil (Agência de Desenvolvimento Alemã) e este ano conta com o apoio do Ministério Público e da Comarca do município de Pedra Azul. O objetivo principal é mobilizar e sensibilizar as crianças, adolescentes e suas respectivas famílias, para o combate à violência sexual, através do atendimento socioeducativo e de ações de emporadamento para a mudança da realidade.

Além das atividades culturais e esportivas, são desenvolvidas palestras, rodas de conversas, atendimento socioeducativo e reuniões de famílias.

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Trabalho Infantil: Números Alarmantes PDF Imprimir E-mail

Estatísticas apontam ritmo lento de redução; atividade está entre as piores formas de exploração da mão-de-obra infantojuvenil

Aproximadamente 3,7 milhões de crianças e adolescentes com idade entre cinco e 17 anos estão trabalhando no Brasil, como mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no período de 2008 a 2011. Desse total, 2,1 milhões trabalham para terceiros e ainda são responsáveis pelas tarefas domésticas em suas próprias casas. Ou seja, as mesmas atividades – lavar, passar, cozinhar, limpar a casa e cuidar de crianças – realizadas por aqueles que prestam serviços domésticos para outras famílias, são realizadas também por eles em suas próprias casas. Os dados foram divulgados hoje (12) pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).

Os números do trabalho infantil doméstico apresentam uma redução lenta. Em 2008, 325 mil crianças estavam no trabalho infantil e em 2011, o quantitativo diminui para 258 mil casos. Em termos proporcionais, a redução foi de apenas 0,2 pontos percentuais: de 7,2% em 2008 para 7% em 2011.

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Com base nos dados de 2011, 93,7% do universo de crianças e adolescentes ocupados no trabalho infantil doméstico são meninas (241 mil). Os meninos somam 16 mil. E 67% dos trabalhadores infantis domésticos são negros (172,6 mil) enquanto os não negros somam 85 mil. “Esses dados revelam a iniqüidade de gênero e raça presentes em nosso País”, afirma Isa Oliveira.

Em 2011, mais de 200 mil (78,7%) crianças nessas condições estudavam e 55 mil (21,3%) estavam fora da escola. Para o coordenador nacional da Coordinfância do Ministério Público do Trabalho (MPT),  Rafael Marques, os professores devem estar atentos à fadiga, ao cansaço e à falta de atenção dessas crianças em sala de aula. "Eles devem ser as primeiras pessoas a denunciarem esses tipos de atividades que são proibidas e consideradas como uma das piores formas de trabalho infantil", declara.

Marques lembra que o trabalho infantil é toda prestação de serviço, remunerada ou não, realizada por pessoas menores de 18 anos de idade, na residência da própria criança e do adolescente ou em residências de terceiros. Por trás do trabalho infantil doméstico há uma série de riscos à saúde, que podem levar à morte. Entre esses riscos, estão jornadas de trabalho extensas, trabalhos noturnos, esforços físicos intensos, isolamento, abusos físicos e, um dos mais graves, abusos sexuais.

Piores formas

Definido como uma das piores formas de trabalho infantil no Decreto 6.481/2008, o trabalho infantil doméstico viola os direitos humanos de crianças e adolescentes à vida, à saúde, à educação, ao brincar, ao lazer e ainda, acarretam prejuízos que comprometem o seu pleno desenvolvimento físico, psicológico, cognitivo e moral.

Segundo Isa Oliveira, os resultados da PNAD/IBGE mostram o lento avanço das políticas públicas no enfrentamento ao trabalho infantil doméstico. “É importante que o tema seja priorizado pelas políticas públicas e que ações intersetoriais sejam adotadas e implementadas”.

 
CEDEDICA-VALE 10 Anos! PDF Imprimir E-mail

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Prioridade absoluta para crianças e adolescentes. Esta tem sido a luta do CEDEDICA – VALE nos seus DEZ anos de atuação e de serviços prestados à comunidade de Pedra Azul. 

Através de ações que visam o desenvolvimento e a proteção integral, física e psicológica de meninos e meninas e de suas respectivas famílias, a instituição acumula ao longo de sua trajetória uma verdadeira luta em busca da garantia dos direitos e da cidadania daqueles que são prioridade absoluta.

Em parceria com o Poder público e outras entidades, a instituição tem mostrado ao longo destes DEZ anos período a importância de priorizar crianças e adolescentes no orçamento público e na formulação de políticas públicas, garantindo – os educação, cultura, saúde, lazer, convivência familiar e comunitária, conforme previsto no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

As oficinas, seminários, fóruns, capacitações e outras atividades realizadas pelo CEDEDICA – VALE, têm reafirmado a cada ano a necessidade e a responsabilidade da sociedade civil organizada no combate ao enfretamento a todos os tipos de violência contra crianças e adolescentes, e contribuído para a formação de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres.

 

“RESPONSABILIDADE SOCIAL – NÓS ACREDITAMOS!”

 
Resolução incentiva protagonismo infantojuvenil! PDF Imprimir E-mail

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Normativo do Conanda concretiza maior participação de crianças e adolescentes na luta pela garantia de seus direitos

A participação infantojuvenil na defesa pelos seus direitos ganhou mais força. No começo de agosto, foi publicada a Resolução nº 149 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Segundo o documento, mais crianças e adolescentes devem participar das comissões de organização de todas as etapas (municipais/distrital e estaduais) da IX Conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente, que acontecerá em julho de 2012.

“O Conselho entende que já não é mais possível fazer políticas de promoção dos direitos de crianças e adolescentes sem a participação deles”, acrescenta Alexandre. Isso ganhou maiores dimensões com a elaboração e a aprovação, em abril, do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. O documento tem uma seção específica sobre o tema e traz decisões que incentivam a “participação organizada e a expressão livre de crianças e adolescentes”.

Mobilização

A garantia da participação de crianças e adolescentes fica por conta dos Conselhos Municipais e Estaduais dos Direitos, que devem incluí-los nas etapas anteriores à Conferência Nacional. Segundo Alexandre, “o Conanda vai mobilizar, conscientizar e orientar os Conselhos Estaduais que, por sua vez, devem passar as informações para os municípios. Contamos com o empenho de todos os conselheiros para que incentivem os adolescentes a participar dos eventos”.

Para Miriam Abramovay, coordenadora da Área de Juventude e Políticas Públicas da FLACSO (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais), “a resolução é fenomenal. Mas o incentivo não deve partir somente dos conselhos dos direitos. O tema deve ser abordado em escolas, ONGs e até em instituições de cumprimento de medidas socioeducativas. Quanto mais o assunto for divulgado, mais crianças e adolescentes vão querer se informar e participar”.

Protagonismo

Há quem diga que crianças e adolescentes são desmotivados e que não se interessam pela garantia de seus direitos. “Nós temos idéias adultocratas. Exigimos deles que atuem por um modelo de participação de 30, 40 anos atrás. Mas precisamos entender que, mesmo não indo às ruas, eles participam. Acabei de voltar de uma conferência que contou com a presença de mais de 600 jovens. Isso mostra que eles estão preocupados com a realidade em que vivem, com o futuro. E com adolescentes isso não é diferente”, conta Miriam. 

Um exemplo de protagonismo juvenil é a atuação de Márcia Almeida Lima da Silva. Hoje com 16 anos, a adolescente já participou de duas Conferências Municipais realizadas pelo CMDCA de São Paulo, onde mora. “Quando cheguei ao abrigo, precisavam de um adolescente que conhecesse o ECA para participar de uma reunião representando o abrigo. Como eu já tinha aprendido sobre o Estatuto na escola, fui selecionada. Nesse evento houve uma eleição e eu fui escolhida como delegada para a primeira Conferência do CMDCA que participei”, conta, animada.

Para a jovem, debater os direitos que não são colocados em prática e tentar fazê-los funcionar é muito prazeroso. “Se o ECA existe para nos ajudar, temos que fazer de tudo para que as suas diretrizes sejam respeitadas e colocadas em prática. Além disso, gosto de falar sobre isso para amigos do abrigo e da escola. Quando a gente sabe dos nossos direitos, a gente pode lutar para garanti-los”.

Sobre o futuro, Márcia já tem a resposta na ponta da língua: “Vou continuar participando das conferências e estudando. Quero me formar em direito e ser juíza da Vara da Infância e da Juventude. Assim vou poder ajudar crianças e adolescentes que tiveram direitos violados”.De acordo com a resolução, os Conselhos dos Direitos serão os responsáveis por garantir essa participação. E uma regra deve ser respeitada: a proporção de uma criança ou adolescente para cada dupla de adultos. “Essa proporção foi decidida para manter a mesma proporção da comissão de organização da VIII Conferência Nacional, que contou com cinco adolescentes, um representando cada região do país, e dez adultos”, afirma Alexandre Cruz, conselheiro do Conanda.

 

Fonte:

http://www.promenino.org.br/Ferramentas/DireitosdasCriancaseAdolescentes/tabid/77/ConteudoId/ffa5337e-1996-447a-b166-5163f91b1ef7/Default.aspx

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